Acordar entre 2h e 4h da manhã e não conseguir voltar a dormir é frustrante e exaustivo. Entenda por que acontece e o que fazer.
Acordar entre 2h e 4h da manhã e não conseguir voltar a dormir é um dos problemas de sono mais comuns — e mais frustrantes. Você fica deitado olhando para o teto, a mente acelera, e o despertador parece se aproximar a cada minuto.
É a causa número um. Nas primeiras horas da manhã, os níveis de cortisol (hormônio do estresse) começam a subir naturalmente para preparar o corpo para acordar. Em pessoas ansiosas, esse pico acontece mais cedo ou de forma mais intensa, interrompendo o sono.
Pequenas paradas na respiração durante a noite podem causar microdespertares que a pessoa não lembra, mas que fragmentam o sono. Ronco alto, acordar com boca seca, e cansaço extremo durante o dia são sinais de alerta.
Muito comum em mulheres na perimenopausa e menopausa — as oscilações de estrogênio e progesterona afetam diretamente a qualidade do sono.
O álcool fragmenta o sono na segunda metade da noite. Cafeína após as 14h pode afetar o sono mesmo em pessoas que "conseguem dormir normalmente" — a qualidade do sono profundo cai.
Inspire por 4 segundos, segure o ar por 7 segundos, expire lentamente por 8 segundos. Repita 4 vezes. Ativa o sistema nervoso parassimpático e reduz a frequência cardíaca.
Contraia e solte cada grupo muscular do corpo, dos pés à cabeça. Desloca a atenção dos pensamentos para as sensações físicas.
Verificar as horas aumenta a ansiedade. Vire o relógio para não ver ou tire do quarto.
Consulte um médico se o problema ocorre mais de 3 noites por semana há mais de um mês. A Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCC-I) tem evidência científica superior a qualquer remédio para dormir — e sem dependência.
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